Blog da DOGs
  

DocePet

Transformando seu negócio - Adoçando seu cliente.

Dia 29 de novembro em Pelotas RS

3 palestras, duas demonstrações de trabalhos com cães.

Ricardo Gomes, Thifani Gomes, Kika Menezes e Antonio Neto.

Inscrições e informações pelos fones 53 30276666 53 32294050

Quando tivemos a idéia de criar o DocePet, pensamos nesta imensa gama de profissionais da nossa região sul de nosso estado e porque não de todo o nosso estado, pois todos os eventos de alto nível do segmento pet de nosso país se concentram na região Sudeste, ficando para nós em nossa região sul apenas a PetEstética, um evento que se consolidou no calendário nacional este ano.

Assim, estamos plantando a semente de um grande evento, para o ano que vem, sempre visando a participação dos profissionais de nossa região e de nosso estado, trazendo palestrantes de alto nivel para acrescentar ainda mais qualidade ao nosso mercado.

Participem deste primeiro e já reservem o seus espaço para o ano que vem que com certeza terá grandes novidades e marcará o Mercado Pet de nosso Estado.

 

 



Escrito por dogsefricotes às 11h27
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A IMPORTÂNCIA DE UMA PARCERIA

Quando buscamos um parceiro para as nossas atividades em nossa escola, procuramos primeiramente avaliar a qualidade do produto que ele está nos oferecendo.

Temos um compromisso muito grande com aquelas pessoas que nos procuram em busca de uma chace e uma nova oportunidade de trabalho em suas vidas, criamos vinculos com elas e por isso sempre temos que ter muita credibilidade.

Para indicarmos um produto ou um equipamento, temos que tê-lo testado e confiamos plenamente nele.

Em contra partida, exigimos do nosso parceiro, além desta qualidade uma dedicação com nosso aluno e com a gente, compatível com a que dispensamos ao seu produto.

Somos pessoas de vestir a camiseta e suar por ela, assim exigimos a contrapartida de nossos parceiros.

Quando deixamos uma parceria, é porque algum destes elementos acima  citados não formam atendidos.

Hoje, estamos desfazendo uma parceria de quase dois anos com uma empresa ,pelo fato de que seu suor por nós, não representa nem uma gota do suor que dispensamos para sua marca e seus produtos.

Assim, a vida segue e novos parceiros se agregarão ao nosso trabalho que cresce a cada dia.

 



Escrito por dogsefricotes às 11h16
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PET ESTÉTICA 2010

Estaremos presentes nesta segunda edição deste evento que tem tudo para ser um regulador de nosso mercado e de nossa profissão.

Pelo que acompanhei, não pude estar presente no primeiro ano, o evento elaborou uma carta ou coisa parecida para ser apresentada este ano, como diretrizes de conduta para nós profissionais.

Lamentavelmente, não vejo na grade de programação deste anos, espaços destinados a debates de temas polemicos em nosso dia a dia, nem tão pouco para a apresentação de tal carta.

Entendo que este evento deveria ser um pouco mais político e um pouco menos show. Sabemos que o circo vende e atrai mais, mas se estamos verdadeiramente preocupados com o destino de nossa profissição e nosso mercado, deveriamos ser um pouco mais politicos do que artistas.

acho sim que tem espaço para todos, os políticos e os artistas e ao final, poderiamos estar comemorando verdadeiros avanços para a nossa classe.

Vou levar esta proposta para quem sabe ano que vem tenhamos um evento mais voltado aos debates das questões importantes de nossa área.



Escrito por dogsefricotes às 11h13
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Que diacho! Eu gostava do meu cusco
(Alcy Cheuiche)

Entendo. Envelheci entendendo.
Bicho não tem alma, eu sei bem,
mas será que vivente tem?

 

Que diacho! Eu gostava do meu cusco.
Era uma guaipeca amarelo,
baixinho, de perna torta,
que me seguiu num domingo,
de volta de umas carreira.

Eu andava abichornado,
bebendo mais que o costume,
essas coisa de rabicho, de ciúme,
vocês me entendem. Ele entendeu.

Passei o dia bebendo
e ele ali no costado
me olhando de atravessado,
esperando por comida.

Nesse tempo era magrinho
que aparecia as costela.
Depois pegou mais estado
mas nunca foi de engordá.

Quando veio meu guisado,
dei quase tudo prá ele.
Um pouco, por pena dele,
e outro, que nesse dia,
só bebida eu engolia
por causa dos pensamento.

Já pela entrada do sol,
ainda pensando na moça
e nas miséria da vida,
toquei de volta prás casa
e vi que o cusco magrinho
vinha troteando pertinho,
com um jeito encabulado.

Volta prá casa, guaipeca!
Ralhei e ralhei com ele.
Parava um puco, fugia,
farejava qualquer coisa,
depois voltava prá mim.
O capataz não gostou,
na estância só tinha galgo,
mas o guaipeca ficou.

Botei o nome de Sorro,
as crianças, de Brinquinho,
mas o nome que pegou
foi de Guaipeca Amarelo.

Mas nome não é o que importa.
Bicho não tem alma, eu sei bem.
Mas será que vivente tem?

Ficou seis anos na estância.
Lidava com gado e ovelha
sempre atento e voluntário.
Se um boi ganhava no mato,
o guaipeca só voltava
depois de tirá prá fora.

E nunca mordeu ninguém!
Nem as índia da cozinha
que inticava com ele.
Nem ovelha, nem galinha,
nem quero-quero, avestruz.
Com lagarto, era o primeiro
e mesmo piquininho
corria mais do que um pardo.

E tudo ia tão bem…
Até que um dia, azarado,
o patrãozinho noivou
e trouxe a noiva prá estância.

Era no mês de janeiro,
os patrão tava na praia,
e veio um mundo de gente,
tudo em roupa diferente,
até colar, home usava,
e as moça meio pelada,
sem sê na hora do banho,
imagino lá no arroio,
o retoço da moçada.

Mas bueno, sou doutro tempo,
das trança e saia rodada,
até aí não tem nada,
que a gente respeita os branco,
olha e finge que não vê.
O pior foi o meu cusco,
que não entendeu, por bicho,
a distância que separa
um guaipeca de peão
da cachorrinha mimosa
da noiva do meu patrão.

Era quase de brinquedo
a cachorrinha da moça.
Baixinha, reboladera,
pêlo comprido e tratado,
andava só na coleira
e tinha medo de tudo,
por qualquer coisa acoava.

Meu cusco perdeu o entono
quando viu a cachorrinha.
E les juro que a bichinha
também gostou do meu baio.
Mas namoro, só de longe
que a cusca era mais cuidada
que touro de exposição.

Mas numa noite de lua,
foi mais forte a natureza.
A cadela tava alçada
e o guaipeca atrás dela
entrou por uma janela
e foi uma gritaria
quando encontraram os dois.

Achei graça na aventura,
até que chegou o mocito,
o filho do meu patrão,
e disse prá o Vitalício
que tinha fama de ruim:
Benefecia o guaipeca
prá que respeite as família!
Parecia até uma filha
que o cusco tinha abusado.

Perdão, le disse, o coitado
não entende dessas coisa.
Deixe qu’eu leve prá o posto
do fundo, com meu cumpadre,
depois que passá o verão.
Capa o cusco, Vitalício!
E tu, pega os teus pertence
e vai buscá teu cavalo.

Me deu uma raiva por dentro
de sê assim despachado
por um piazito mijado
e ainda usando colar.
Mas prometi aqui prá dentro:
mesmo filho do patrão,
no meu cusco ninguém toca.
Pego ele, vou m’embora
e acabou-se a função.

Que diacho! Eu gostava do meu cusco.
Bicho não tem alma, eu sei bem.
Mas será que vivente tem?

Campiei ele no galpão,
nos brete, pelas mangueira
e nada do desgraçado.
No fim, já meio cansado,
peguei o ruano velho
e fui buscá o meu cavalo.

Com o tordilho por diante,
vinha pensando na vida.
Posso entrá numa comparsa,
mesmo no fim das esquila.
Depois ajeito os apero
e busco colocação,
nem que seja de caseiro,
se nã me ajustam de peão.
E levo o cusco comigo
pois foi o único amigo
que nunca negou a mão.

Nisso, ouvi a gritaria
e os ganido do meu cusco
que era um grito de susto,
de medo, um grito de horror.
Toquei a espora no ruano
mas era tarde demais.
Tinham feito a judiaria
e o pobrezinho sangrava,
sangrava de fazê poça
e já chorava fraquinho.

Peguei o cusco no colo
e apertei o coração.
O sangue tava fugindo,
não tinha mais esperança.
O cusco foi se finando
e os meus olho chorando,
chorando como criança.

Que diacho! Eu gostava do meu cusco.
Bicho não tem alma, eu sei bem.
Mas será que vivente tem?
Nessa hora desgraçada
o tal mocito voltou
prá sabê pelo serviço.
Botei o cusco no chão,
passei a mão no facão
e dei uns grito com ele,
com ele e com o Vitalício!

Ele puxô do revólver
mas tava perto demais.
Antes que a bala saísse,
cortei ele prá matá.
Foi assim, bem direitinho.
Não tô aqui prá menti.
É verdade qu’eu fugi
mas depois me apresentei.
Me julgaram e condenaram
mas o pior que assassino,
foi dizerem que o motivo
era pouco prá o que fiz…

Que diacho! Eu gostava do meu cusco.
Bicho não tem alma, eu sei bem.
Mas será que vivente tem?



Escrito por dogsefricotes às 13h07
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 Não me considero menos Groomer ou mais tosador do que ninguém, por isso quando faço uma crítica a faço generalizando a nossa profissão como um todo. Estamos em um País continental, onde as diferenças climáticas, sociais e culturais são astronomicas e afetam diretamente o nosso trabalho. sendo assim, temos mercado para tudo e para todos.

Não podemos valorizar apenas o "tudo" e deixar o todo de lado, da mesma forma que não podemos ignorar o "todo" e marginaliza-lo.

Estou sendo subgetivo neste tema pois não tenho tempo para me alongar, mas quero sim, exemplificar e aprofundar mais este tema que acho ser de profundo interesse de todos nós.

Participo de uma comunidade no Orkut, que se chama banho e tosa, que possui membros de Manaus ao Chui, profissionais de "Renome" e profissionais que iniciaram ontem sua atividade, mas quero acreditar que todos estão ai por uma razão principal, gostar de animais acima de tudo e isto é o fundamental.

Se em qualquer uma de nossas tarefas com eles, nos lembrarmos sempre que estão ali com a gente, muita das vezes nos trazendo o nosso sustento ou a nossa progeção profissional, sem o livre arbitrio. Alguem os trouxe ali e alguem o esta obrigando a ficar ali, portanto temos o compromisso de mante-los na mais possível tranquilidade neste momento e trata-lo com dignidade e respeito.

até amanhã.



Escrito por dogsefricotes às 15h43
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Qual é o nosso limite como profissional?

 

 

        Trabalhamos no segmento pet a mais de 20 anos, e praticamente assistimos a toda a sua evolução, e como ele evoluiu, quer  em quantidade como também em qualidade. Sempre faço referencia de que não temos nada acima da vontade absoluta para regrar um profissional, se pudéssemos nos referir a uma única regra, diria que cada raça tem seu padrão definido por uma entidade internacional que é a FCI, mas que no segmento pet boa parte dos profissionais talvez nem saibam o que significa.

          Com toda a evolução do segmento, afirmo também que ainda somos um tanto amadores, pois somos uma classe desunida e desorganizada, ficamos à sorte de nossos clientes que muito pior do que nós não tem nenhuma noção do que possuem em seus quintais, casas ou muitas vezes em cima de suas camas.

          Passei por vários estágios do segmento pet, adestramento, apresentação e preparação de cães para exposição, groomer , esteticista pet e atualmente alem de sermos proprietários de um banho e tosa nossa função principal e sermos instrutores de um curso de banho e tosa.

          Entendo que um bom profissional deva evoluir com o tempo, buscar o aprimoramento e a qualificação acima de tudo, mas principalmente o profissional deve ter identidade, antes mesmo de ser qualificado ele deva saber o que quer e o que isso irá lhe representar como pessoa e como profissional.

          Chegamos a um estágio de nossa vida que temos bem definido a nossa identidade como profissional, GOSTAMOS DO QUE FAZEMOS E PARA QUEM FAZEMOS, em outras palavras , estamos satisfeitos em trabalhar no segmento pet, mas principalmente é prazeroso trabalhar com os animais e para isso decidimos respeitá-los como seres vivos que são, iguais a nós, apenas de uma espécie diferente.

            Para que fique bem claro, somos totalmente contra a radicalismos seja ele qual for, trabalhamos sempre baseando-nos na coerência e no bom senso, mas estamos a questionar nossos alunos e colegas de profissão : - QUAL É O NOSSO REAL PAPEL COMO PROFISSIONAL E QUAL O NOSSO LIMITE, o que realmente podemos fazer com um animal, o que é necessário e o que é demais para um animal, como orientar de forma consciente os proprietários sobre isso. Questionamos alguns serviços e algumas práticas de nosso segmento, tais como: - tinturas, porque o cão precisa ser pintado? Porque ele precisa ser transformado em um peixe, um pavão ou etc... ? quais são as reais necessidades higiênicas de um cão ou gato para conviver em nossos lares? Até onde podemos considerar estética e onde passa a ser tortura os tratamentos que impomos aos animais em nome de uma relação mais “humana” entre nós? Por ultimo, será que em breve não seremos alvo destas ações que já atingiram os circos, proibindo apresentações de animais, as fiscalizações nos zôos e até mesmo nos animais que vão para o abate, tendo condições mais dignas para tanto...

 

 

Reflitam no assunto e contribuam com o tema.

 

 

Obrigado,

 

Ricardo Gomes

Dog’s & Fricotes.



Escrito por dogsefricotes às 15h20
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Iº RE – CURSO

Encontro de profissionais de tosa para debaterem as técnicas apresentadas durante o curso de Sérgio Villasanti.

 

 

Prezado Colega.

 

Com o objetivo de debater e praticar as técnicas que nos foram apresentadas no evento promovido por nós, com o profissional acima, estamos lhe convidando para juntos partilharmos do que cada um aproveitou deste evento.

Também estaremos discutindo a eficiência dos produtos que estamos utilizando em nosso pet e nossas dificuldades em sua aplicação.

O evento não será ministrado por ninguém, apenas terá  a coordenação da Dog’s & Fricotes, e a participação de todos nós.

Haverá um cão a disposição de todos para demonstrarmos e dividirmos nossos conhecimentos práticos sobre o assunto.

Estaremos esperando você então, no dia 1º de agosto, as 9 horas da manhã para a partilha de conhecimentos, ao meio dia degustaremos um saboroso churrasco, e a partir das 14:30  até as 17:30 horas continuaremos dividindo e aprimorando nossos conhecimentos.

O local será no salão de Carnes e Vinhos Moreira , na rua General Osório esq Barão de Azevedo Machado.

O valor do encontro, será de R$ 20,00 para quem participou do Curso com Villasanti e estes terão a prioridade das vagas, que são limitadas em 25 no máximo e se sobrarem vagas o valor para quem não participou será de R$ 50,00.

Como temos parceiros nos apoiando em todas as iniciativas que tenham como objetivo qualificar o mercado, estaremos sorteando entre os presentes alguns brindes, entre eles uma tesoura fio navalha reta 7,5” Uau + oferecida pela RSImport.

As inscrições deverão ser feitas impreterivelmente até o dia 26 de julho pelo fone 53 30276666 e pagas antecipadamente.

Esperamos poder contar com a presença de você para ampliarmos nossos conhecimentos.

 

Ricardo e Luciana.

Dog's & Fricotes

 Apoio : Elluc, RSimport e Pet Society parceira da nossa escola



Escrito por dogsefricotes às 15h12
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   APRESENTAÇÃO

Este blog está sendo criado para trocarmos idéias e colocarmos nossas opiniões no que diz respeito aos assuntos ligados ao segmento Pet em especial na parte de Estética Animal.

Sejam todos bem vindos e esperamos a sua participação.

Ricardo Gomes 



Escrito por dogsefricotes às 15h05
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